Hora do Oriente: Louvor à morte (The Hymn of Death) Netflix

Olá, pessoal!

Espero que tenham passado bem o final de ano! E creio eu que comecei o ano escolhendo algo muito bom para assistir. Gosto de uma mistura de amor trágico, principalmente se for baseado em uma história real.
Procurando algo na Netflix terminei encontrando "Louvor à Morte", pois é. O nome é um tanto forte, mas o que me fez parar e dar uma chance à este mini drama de 3 episódios foi o fato de ter Lee Jong-suk no elenco. Eu o considero como sendo o meu artista favorito no momento. Quase nunca um dorama que ele faz é chato ou repetitivo. O que me deixou mais ansiosa para ver foi o fato de se basear em uma história real. Uma história que pelo visto os asiáticos estão cansados de ouvir falar, mas nós ocidentais não.

A história se passa na época em que Joseon estava sob o domínio do Japão. Então já podemos imaginar um clima pesado, a juventude lutando pela liberdade e cenas de tirania. Em meio à todo este caos conhecemos a história de Kim Woo-jin (ele sendo estudante de literatura com o seu sonho de liberdade fadado antes mesmo de começar, pois após os estudos será obrigado a trabalhar na empresa da família) e Yun Sim-deok (com o sonho de ser cantora lírica, porém a sua realidade financeira a deixou presa e até hoje a sua vida é linkada à um escândalo).


Resumidamente os dois se apaixonam no Japão enquanto estão estudando, até aí tudo bem. O que complica realmente é o fato de Kim Woo-jin já ser um homem casado (eu saí pesquisando e parece que tinha um filho também, mas não sei se é realmente verdade), ele fora obrigado a se casar por imposição de seu pai. Conseguir estudar no Japão literatura que era o que mais amava na vida, foi um pequeno suspiro para a sua alma frágil. Principalmente o fato de ter finalmente se apaixonado deixa tudo mais bonito e complicado ao mesmo tempo. Yun Sim-deok nunca tinha se apaixonado até conhecê-lo, com todos os esforços conseguiu ser a primeira soprano de Joseon, sendo também uma das pioneiras na música pop (o seu estilo de música era difícil de ser apreciado por todos).

Devido à toda a pressão da época, imposições sociais e o fato de nunca poderem viver o amor que queriam, os dois terminam se jogando de um navio juntos (não é spoiler. É a primeira cena do dorama), e é isso que faz a história de amor ser tão trágica.



Achei a atuação dos dois fenomenal Lee Jong-Suk sempre aquele gentleman maravilhoso, mas que consegue demonstrar força e todo o sofrimento quanto enfrenta o seu pai. Com Shin Hye-Sun podemos observar o nascimento de um amor puro e este mesmo amor se transformar em sofrimento quando descobre que ele já era casado. Naquela época não existia divórcio e nem nada do tipo, ou seja, ela nunca poderia conseguir ter a vida que queria com ele. O amor dos dois era algo tão denso e necessário para duas almas sofridas que ficar separado não era uma escolha. Acho que foi o primeiro dorama que assisti com ela e realmente gostei da sua atuação. Obrigada por não fazer aquela cena de drama ao extremo que algumas fazem, aquele choro forçado. Ela foi natural do início ao fim.


A fotografia é linda, todas as cenas em que observamos os dois sendo felizes em alguns momentos juntos me dá um aperto no coração só de lembrar. Seguimos pelo caminho natural dos melodramas coreanos. Nada de beijos, somente olhares carinhosos, sorrisos e abraços.

No final de cada episódio temos acesso a trechos dos escritos de Woo-jin, achei isso muito muito legal. O nome do dorama faz relação à música cantada por Yun Sim-deok, The Hymn of Death/Praise of Death/Louvor à morte. Que realmente é muito muito triste. 

Vale a pena assistir à este minidorama bonito, triste e real.

Interferência - A Casa das Máquinas do Destino Livro I [COMPRAR]

Então, pessoal! 

Muitas pessoas estão me pedindo o link de compra do meu novo livro <3
Lembrando que o livro chegará pelo dia 06 de outubro, então, quem comprar agora irá garantir o seu exemplar :D



Interferência - A Casa das Máquinas do Destino

Sinopse: Bem-vindo à Diaurum! Não se preocupe com o desconhecido. Sente-se na Destini e tenha o seu destino lido e fixado em sua vida, algo de grande valia para o Governo. Você terá alegria se for um Afortunado, tristeza se for um Desafortunado e será um infortúnio se for uma Interferência.
Preparado?
Kalina está prestes a fazer 16 anos. O dia da Cerimônia da Segregação está perto e ela não entende o motivo de não ter a marca de seu destino como os outros. Em um mundo onde as pessoas são segregadas de acordo com os interesses do Governo, uma pequena rachadura poderá derrubar todo o sistema? A leitura do destino era mais uma forma de controlar o povo, seus interesses e suas vidas. Quando tudo o que conhece lhe é tirado ela descobre o que é ser uma Interferência e cria forças para lutar e entregar a liberdade de escolha para as pessoas.




Death Note - NETFLIX



Olá, pessoal!

Acredito que muitas pessoas já tenham escutado falar de um caderno que quando escrito o nome da pessoa - tendo o seu rosto em mente - ocasiona a morte dela. Esse é a famosa série de mangá escrita por Tsugumi Ohba e ilustrada por Takeshi Obata, Death Note. O mangá também foi adaptado para a sua versão em anime - que foi a que eu vi - e live actions e doramas japoneses. Este ano a Netflix resolveu apostar neste grande sucesso e fazer uma adaptação norte americana. 

Muitas pessoas ficaram animadas, mas ao mesmo tempo receosas quando viram que Death Note iria ser adaptado. Não sei vocês, mas Death Note para mim é um dos melhores animes que eu já vi na vida, o TOP 10. Foi também um dos primeiros animes que vi na vida, então, para muitas pessoas a história de Yagami Raito é uma obra prima. Não somente pela originalidade de toda a história, mas também pela mente brilhante não só de Raito, mas também de L. O conflito psicológico é o que faz a tensão no decorrer do tempo.

É algo que você realmente não esperaria. Um menino incrivelmente educado, com uma família bem estruturada, inteligente, brilhante se coloca no mesmo patamar de um Deus. Decidindo quem vive e quem morre, onde ele seria responsável pela criação de um mundo novo. E claro, lógico e evidentemente não podemos nos esquecer de Ryuk, o Shinigami - Deus da morte - que estava completamente entediado e resolve jogar o Death Note na terra para ver o que acontecia. E Raito, foi o humano que mais o entreteve. Foi por conta disto que tudo começou. Outro ponto importante é a nada saudável relação entre Raito e Misa. Onde ela o via como um Deus e ele nada ligava para ela. Usando toda a adoração que ela tinha por ele para fazer coisas nada legais e ignorando-a sempre que dava. Sabendo disto, vamos para o que acontece na adaptação da Netflix.



1 - Ryuk não se apresenta como sendo um Shinigami entediado e sim, um Shinigami que tem a função de entregar o Death Note para os humanos utilizarem. Ele também nunca aparece realmente, é sempre no escuro, ou então partes dele. Eu até que gostei de terem feito isso, acho que para dar um ar de tensão, terror, não sei. Mas, algumas outras vezes eu achei que era pelo fato de não terem conseguido deixar tão parecido assim, e para não escutarem reclamação eles fizeram isso... Mas, caramba, tem gente que faz cosplay massa dele. Outra coisa que achei interessante é que colocaram muitas vezes Ryuk rindo e se divertindo com toda a situação - ponto positivo. Foi legal terem colocado este ponto macabro dele. Acho que foi a melhor atuação do filme.

2 - A genialidade de Raito é somente mostrada como sendo aquele cara que faz o dever de casa de outras pessoas e é pago por isso... Sério? Gente do céu. Raito é incrivelmente brilhante, tem uma mente muito a frente, é o número 1 do colégio. O ser humano "perfeito". Fiquei esperando várias e várias vezes que o roteiro fizesse com que ele desse várias e várias teorias muito loucas que no final fazia todo sentido. Não, isso não acontece.


3 - O encontro de Raito e Ryuk foi completamente exagerado. Death Note não é uma história cheia de coisas estrondosas, descontrole emocional... Raito quando encontra Ryuk pela primeira vez lógico que tem aquele choque inicial, mas depois ele toma a forma controlada de sempre. Compreendendo e até mesmo já prevendo algumas coisas sobre Ryuk. No filme, Light grita, se apavora, grita mais, corre, e grita e se apavora e grita e depois espera que Ryuk diga tudo o que ele tem que saber. Sem deduzir nada, sem colocar aquela cabeça - que deveria ser brilhante - para funcionar.

4 - A família de Raito não era totalmente estabilizada no filme. Acho incrível que sempre querem passar a ideia de que somente pessoas com famílias desestabilizadas podem gerar indivíduos com pensamentos instáveis. O legal era realmente ter uma pessoa completamente ajustada na vida, com nada para reclamar, perfeito em tudo, fazendo algo completamente inimaginável. Quebrar este paradigma, mas que no filme não é quebrado.

5 - Raito nunca, nunca, nunca, nunca, nunca, nunca, nunca, nunca, nunca, nunca, infinitamente nunca iria mostrar o Death Note para uma completa estranha. Na emoção do momento, para poder compartilhar a sua "novidade". Nunca, nunca mesmo. E no filme ele vai todo pomposo mostrar para Mia (Misa) que ele podia matar pessoas escrevendo o nome da galera. E, ele tinha acabado de trocar as primeiras palavras com ela... Sério mesmo?



6 - A relação entre Mia e Light não é nada saudável, no filme continua sem ser saudável, porém não parece que ele usa Mia para os seus planos, e sim que os dois agem em conjunto. Que os dois dividem tudo, todos os planos e que eles realmente se gostam. Por incrível que pareça, a relação só não era tão saudável assim, no filme, por conta de Mia que era muito mais focada em criar um mundo novo do que Light. No filme, ela era realmente desestabilizada, porém, não via Light como um Deus. Já que no filme eles começaram todo esse processo de Kira juntos.... Muitas vezes os dois pareciam dois adolescentes histéricos...



7 - Light não começa sozinho a sua função de Kira. Ele faz tudo desde o início com a ajuda de Mia. Eu realmente queria ter visto aquela excitação toda que ele tem quando diz que irá criar um mundo novo, que vai deixar somente as pessoas boas e elas irão temê-lo, pois sabem que ele é a justiça. Gente, esse cena é épica e eles realmente deixaram de lado.


8 - L, nosso caro L. Eu realmente gostei do ator. Ele soube interpretar bem, mas eu não gostei do que fizeram com o personagem. L, não deixa transparecer emoções, ele não se deixa abalar por isso. L não tem crises nervosas, L realmente sabe o que fazer. Colocaram algumas cenas em que ele mostra como ele pensa e em como ele consegue decifrar os casos usando suas deduções, porém, porém, foi pouco, muito pouco. Focaram mais em ação (L correndo atrás de Light...) e em seu sentimentalismo do que outra coisa.

9 - Por isso que eu digo que não teve aquela tensão magnífica entre Light e L. Não temos. Infelizmente, temos duas cenas em que L enfrenta Light, quando ele ainda quer saber quem é Kira. Mas, fora isso, não temos mais nada. E o que eu achei muito legal quando vi o anime era justamente isso. Aquela luta de mentes, de quem vai pegar quem. Toda aquela tensão em que os dois estão pensando intensamente para conseguir os seus objetivos. L, de provar que Raito é Kira e Kira tentando descobrir o nome de L e tentando se livrar de suas investidas. Não teve isso no filme.



10 - Algumas regras do uso do Death Note mudaram. Bom, mudaram e pronto.


11 - Eu gostei muito do modo em que as mortes foram produzidas. Elas foram cenas bem boladas e mortes bem tensas, que me deixou assim :o , ponto positivo.

12 - O final do anime é muito melhor.



Não foi uma adaptação fiel. Não foi fiel mesmo, mesmo, mesmo. Quem estava interessado em ver tudo aquilo que fez com que Death Note fosse o que é e não um menino histérico que mata as pessoas com o caderno, não vai curtir esta adaptação da Netflix. Agoooraaa, quem nunca leu o mangá ou viu o anime acredito que vai gostar, pois está bem parecido com um filme norte americano para adolescentes com um toque de sobrenatural.

Resenhando: O Sol é Para Todos

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O Sol é Para Todos é um livro que se trata sobre justiça. Qual será a justiça que deve prevalecer? Quando o direito de uma pessoa passa a valer menos devido a cor de sua pele? Esta história apresenta temas pesados como preconceito racial e estupro, porém é narrada por uma criança, Scout, o que fez com que tudo fosse mais suavizado. É interessante também notar que o fato de ter sido narrado em primeira pessoa por uma menina inocente nos faz compreender que o preconceito e injustiça são aos poucos moldados dependendo do meio em que nós convivemos, e, se tivermos a mente aberta, ainda não contaminada podemos enxergar o mundo de uma outra forma.

A capa do livro é em referência ao título em inglês "To Kill a Mockingbird". No livro falam sobre um passarinho que não faz mal a ninguém e nem a outros animais e como seria injusto matá-lo.


Na primeira parte da história nós somos apresentados ao local onde vive Scout, Jem - seu irmão - e Atticus - seu pai advogado -, Maykomb no Alabama em 1930. Nós passamos a entender o contexto histórico e até mesmo as relações entre cada morador. Esta parte se faz importante para sabermos como é que as pessoas daquela época pensavam, seus modos e assim a história se torna fluida. É bom poder participar das brincadeiras que Scout e Jem criavam, muitas vezes elas terminavam em confusão. Mas, não tem como parar a curiosidade de quando se é criança.

Você não se dá conta sobre o que o livro irá se tratar - ao menos que já tenha lido algo a respeito - já que o preconceito aparece de formas sutis e poucas vezes.  Aos poucos o tema é aprofundado, muito mais na segunda parte.

Quem já pesquisou algo sobre o livro já sabe que ele é famoso por se tratar de um advogado - o pai de Scout - que defende um homem negro que está sendo acusado de estuprar uma menina branca. Nesta parte da história nós percebemos o quanto o preconceito estava instalado até mesmo em Scout - já que ela fica indignada quando passam a chamar o seu pai de adorador de negros. Mas aos poucos ela vai compreendendo que o que realmente estava em jogo ali era a vida de uma pessoa inocente que nada havia feito de errado, apenas nasceu com a cor mais escura. É este ponto de vista de Scout que faz com que reflitamos sobre a real justiça. Será que realmente ela existe ou está mascarada com os preconceitos que levamos durante a nossa vida?

Muitas vezes somos levados a acreditar em algo que não existe, muitas vezes vamos de encontro ao que é certo e até mesmo deixamos de lado a nossa consciência. E por qual motivo? Muitas vezes não compreendemos, outras é por medo de pensar diferente das outras pessoas. Estamos sempre imaginando o que os outros pensarão de nós terminando por fim fazendo a escolha errada.

Eu li o Sol é Para Todos com muito gosto. Adorei a escrita e a forma como todo o contexto foi introduzido e destrinchado. Mesmo com este tema de injustiça racial o livro nos deixa com uma ideia de esperança para o futuro, as futuras gerações. Tem até um filme que estou querendo muito ver!

Resenhando: E Não Sobrou Nenhum

Olá pessoal, é com muito orgulho que hoje eu resenho o meu primeiro livro de Agatha Christie. Várias pessoas haviam me dito que ela era a rainha do crime, mas eu nunca tinha lido nenhum livro dela. Não que eu duvidasse, mas era que a oportunidade nunca chegava. A versão que eu li foi a de bolso, as páginas são amareladas e mesmo sendo esta versão o tamanho da letra é boa para leitura, tanto é que eu não me senti cansada enquanto lia.

Para aqueles que não sabem a história do livro é tomada como base de um poema infantil - que de infantil para mim não tem nada - onde existiam 10 soldadinhos e várias coisas vão acontecendo com eles e um a um vai morrendo, até não sobrar nenhum. Realmente não entendo algumas coisas que são tidas como para o público infantil, mas vamos lá hahah

Logo de início somos apresentados à ilha do soldado. Uma ilha que estava na boca do povo da mídia, todos queriam saber quem havia alugado a casa da ilha (ou comprado a ilha?). Era um grande mistério. Após isso nós somos apresentados aos personagens um por um - é narrado em terceira pessoa - cada um deles tem um motivo para estar se dirigindo para aquela ilha. Alguns tinham motivos muito claros e outros era possível perceber que estavam guardando alguma coisa. 

Todos eles haviam recebido um chamado de alguém especial, ou então de alguém que eles nunca tinham ouvido falar depois de tantos anos. Mas o motivo para cada um deles era mais do que suficiente para atender um pedido tão estranho quanto ir para a ilha do soldado. Nenhum deles tinham nada a ver um com o outro, nenhuma ligação. Assim que chegam lá eles são instruídos que os donos da casa Sr. e Sra. Owen irão chegar no dia seguinte.

Depois de um jantar animado onde os hospedes se conhecem melhor, algo termina fazendo com que tudo vire de cabeça para baixo. Uma gravação começa a tocar do nada onde é dito o crime de cada um deles. Cada uma daquelas 10 pessoas que estavam naquela casa haviam cometido um crime, direta ou indiretamente. Será que o que dizia a gravação era verdade? Tudo fica ainda mais complicado quando uma das pessoas morre de forma misteriosa depois do jantar. Tão estranho quanto era que tudo havia acontecido de uma forma bem parecida com um poema infantil - que se encontrava por escrito no quarto de todos os hóspedes:

Dez soldadinhos saem para jantar, a fome os move;
um engasgou, e então sobraram nove.

A partir dai nós podemos perceber que tem algo de errado com aquela ilha. E será que o poema iria se transformar em realidade com todos eles? Mas quem seria o assassino? Já que existiam somente 10 pessoas em toda a ilha.  

Confesso que enquanto lia o livro eu tentei prestar muita atenção aos detalhes, já que já haviam me dito que a escrita desta autora fazia com que você só soubesse quem era realmente o culpado quando ela mesmo falasse. Ou seja, seria impossível decifrar. E é verdade. Foi impossível para mim decifrar o que havia acontecido. Até mesmo quando ela dá a pista para nós, esfrega em nossa cara, mas nós não ligamos os pontos. Eu tive uma lógica que se provou verdadeira, mas não foi o suficiente para desvendar o assassino. Não posso falar para não dar spoiler. Nós sabemos o que irá acontecer com cada um deles, mas a astúcia dela foi tão grande que o enredo não fica cansativo, nem chato. Ela conduz você durante a leitura e faz com que você fique cada vez mais intrigado sobre quem realmente era o assassino. Virei fã de imediato.
A minha vontade agora é de ler todos os seus livros!
Um dos melhores livros que eu já li na vida, tanto pela construção dos personagens, vocabulário, astúcia, tudo hahaha

Serial Killers: Louco ou Cruel?

Olá pessoal, boa noite! 



Um assunto que tem chamado bastante a atenção das pessoas, da mídia e da indústria cinematográfica são os serial killers. E este livro retrata o que se encaixa nesse nome, de onde surgiu, o que seria. Antigamente não se sabia muito a respeito deles e por isso vários crimes ficaram impunes, sem solução.

Ilana Casoy é brasileira e estuda diversos casos causados por eles, não só os crimes, ela também deve tentar saber o que se passa pela cabeça de cada um deles.

E é isso o que ela narra neste livro. A primeira parte nos leva a tentar compreender o que seria um serial killer, quais os tipos de serial killers, o que pode fazer com que uma pessoa "vire" um serial killer. É legal que em algumas páginas nós temos diversas informações interessantes e diversos padrões que estão ali para lermos, porém, o caminho para que tudo isso fosse analisado, armazenado e até então fazer sentido, levou vários e vários anos. Para a polícia, tentar fazer um perfil do criminoso só pode ser feito com a ajuda de um especialista e algumas vezes o resultado é subjetivo. Por observar os crimes, o modo brutal, o local, as vítimas, é possível descrever a idade, cor, o que o move, se é sexualmente frustrado, se tem problemas com a mãe e várias outras coisas. Eu não iria conseguir deduzir tudo, mas, como eu disse, somente um especialista para saber.

A segunda parte nos é apresentado diversos crimes. E quando eu digo diversos, são diversos. São quase 300 páginas de crimes horríveis. Ela não contava todos da mesma maneira. Alguns começava com ela descrevendo algum crime, outros contando como era a vida do criminoso antes de tudo, os transtornos vividos, alguns eram narrados os suspeitos de tal crime. Nenhum serial Killer é igual ao outro. Alguns podem até fazer coisas parecidas, mas o modus operandi é diferente de cada um e até mesmo a assinatura - que seria o que caracteriza o crime - é diferente. Muitos deles gostam de levar troféus para casa, algo para relembrar aquele momento.

Chegou uma hora na minha leitura que eu tive que diminuir o ritmo tamanho impacto dos crimes. Eu posso dizer que nunca precisei dar uma pausa em um livro por conta do conteúdo, esta foi a primeira vez. Chegou uma hora que eu comecei a misturar alguns casos e a pensar nos crimes, para vocês verem no quanto absorta na leitura eu estava. A maioria dos crimes envolviam estupros, necrofilia e até mesmo canibalismo. A maioria das vítimas relatadas eram mulheres, devido à algum problema com a mãe ou então a frustração sexual de alguns.

Seria interessante para o resto da população se houvesse algo que indicasse quem seria um serial killer ou não, contudo não é isso o que acontece. Eles são cidadãos exemplares, fazem parte da comunidade, salvam pessoas, fazem caridade, são pessoas que inspiram confiança. Por isso que passa despercebido para todas as pessoas e quando a vítima descobre... Já não há mais como voltar atrás. Muitos deles apresentam um poder de persuasão bastante apurado, fazendo com que as pessoas os sigam para locais inusitados. Por isso que é tremendamente impossível saber quem são. E até mesmo por conta de uns que conseguem esconder os seus rastros como ninguém, tanto é que alguns casos não foram fechados por falta de prova, evidência e até mesmo de suspeito. Um dos criminosos no livro disse que a melhor parte de tudo isto é a fase de preparar - encontrar a vítima, plantar alguma armadilha, conseguir fazer com que ela caia na armadilha.

O livro é da editora DarkSide! Foi a primeira vez que li um livro deles e realmente é o que todos falam. A edição é simplesmente incrível! É legal que eles adicionaram diversas imagens dos criminosos, suspeitos e até mesmo das vítimas. Foi um trabalho minucioso e cuidadoso para nos dar essa experiência surreal. Alguns dos criminosos citados são bastante conhecidos por terem tido seus casos abertos ao público ou até mesmo devido à alguns cineastras e escritores que se basearam na vida e até mesmo nos crimes de alguns. Se algum apareceu na sua mente, então, saiba que este caso estará aqui neste livro.

O título do livro é Serial Killers: Louco ou Cruel? Realmente você não consegue ter uma ideia formada sobre o que de fato seria. Será que seria uma mistura de loucura e crueldade? Será que existem loucos capazes de atingir a sanidade matando pessoas? Ou será que são seres capazes de cometer as piores atrocidades devido a altas doses de crueldade? A ciência está estudando os cérebros de alguns criminosos e tentando chegar à uma conclusão lógica, biológica para o que leva um ser humano a fazer tudo isto, porém é difícil saber ou até mesmo compreender.

Resenhando: Sonhei que Amava Você


Olá pessoal, tudo bom?


Irei resenhar hoje um livro nacional. A autora é Tammy Luciano, não acompanho muito a carreira dela, mas falam que ela é um amor de pessoa <3  Quando a Valentina lançou este livro eu fiquei louca, pois a capa era uma coisa maravilhosa de linda e a história realmente chamou a minha atenção. Eu amo sonhos e acho que muitas coisas deles nós não podemos explicar.

Resultado de imagem para sonhei que amava vocêKira - a menina que narra a história - do nada começa a ter sonhos com um cara desconhecido. Sonhos que ela não conseguia entender, já que ela constantemente se encontrava em locais que nunca antes estivera e esse desconhecido sempre estava lá para resgatá-la ou levá-la para cantos mais inusitados ainda. Com o passar dos sonhos ela termina se apaixonando pelo homem misterioso. Qual o motivo de ter estes sonhos? Ela não compreende. Será que ela estava ficando louca por se apaixonar por alguém que parecia ser fruto de seus pensamentos? E quando do nada esse cara aparece bem na sua frente no mundo real?

Essa proposta da autora é muito legal! Porém eu não consegui me conectar com a narração ou então com o casal principal 😢

No início achei que era devido a letra, que achei pequena, e quando começo a ler livros com letra pequena eu costumo cansar mais facilmente, mas depois vou pegando o embalo da história. O enredo tem tudo para dar certo, mas realmente não sei o motivo de não ter me conectado.

Na história Kira tem uma melhor amiga Lelê - essa daí eu adorei de paixão. As suas falas eram as melhores e ela realmente parece ser alguma amiga sua -, tem os irmãos gêmeos Cafa e Cadu - que também foram personagens bem legais que as meninas viviam correndo atrás deles. Tinham seus pais que estavam passando por problemas no casamento. E depois tinha Felipe, o cara misterioso - que algumas vezes não curti muito as falas dele. O modo como ele falava e tentava ser romântico, acho que ficou um tanto superficial. -, e tem a Jalma - ex de Felipe e realmente uma pessoa bastante detestável (que era o que a autora queria fazer).

Então, senti certa dificuldade em acreditar no relacionamento do casal principal. Não por conta de Kira - ela foi uma personagem bem escrita, mas por conta de algumas coisas que Felipe falava e por várias vezes - do nada - falar "Eu e Jalma não somos mais namorados" "Não estamos mais namorando" "Não somos mais namorados". Kira já tinha dito que entendia, mas ele sempre falava isso.

Gostei do modo que Jalma foi apresentada - mesmo a autora tentando humanizá-la um pouco, a essência dela foi mais forte que tudo.

O meu casal preferido foi Cadu e Lelê <3 Não existia tanta cena dos dois juntos, e na maioria das vezes ficávamos só com os relatos de Lelê, mas adorei os dois juntos. Como eles foram construindo o relacionamento devagarzinho e timidamente.

A parte dos sonhos terminou se tornando algo não tão especial para mim :/ o que me deixou triste. Queria que os sonhos tivessem uma pegada mais misteriosa, que fossem profundos e indagadores. Eles eram românticos - certo, isso é legal :D - mas só isso. Eram sonhos românticos, onde eles passeavam por vários locais. No final - não irei falar o motivo - Kira tem sonhos que me fazem voltar para a história. Pensei: Aêww, sonhos inexplicáveis e misteriosos. Mas foi só um pequeno despertar. Infelizmente.

No geral, a proposta é muito boa, o livro é bem escrito, a diagramação é muito fofa, mas a narrativa para mim não foi tão proveitosa, o que é triste, pois tinha uma expectativa muito boa para ele.

Resenhando: A Filha do Louco

Olá pessoal, tudo bom?

Hoje irei resenhar um livro de época chamado "A Filha do Louco", este livro é baseado em outro livro chamado "A Ilha do Dr. Moreau". Saber disto me deixou mais animada ainda para continuar com a leitura, pois ele narra a história de um doutor que teve que fugir de Londres devido aos seus experimentos bizarros. Ele acreditava que poderia criar um ser humano perfeito a partir da junção de diversos animais. E foi por conta disso que ele foi parar em uma ilha, onde lá, ele era considerado um Deus pelas suas criações. 

A Filha do louco irá contar essa história pelos olhos de Juliet, a filha do doutor.

Por muitos anos ela acreditava que o seu pai estava morto, pois ele havia sumido sem deixar nenhuma explicação. Devido ao escândalo várias pessoas viraram as costas para ela e sua mãe, o que foi terrível, pois sua mãe terminou por morrer de tuberculose anos mais tarde. Juliet, agora sozinha, e com 16 anos, trabalhava limpando o necrotério da escola de Medicina, ou então as salas de anatomia. Ela sempre se achava diferente das outras pessoas, possuía muito conhecimento de biologia e fisiologia, não graças ao seu pai, pois o Dr. Moreau acreditava que as mulheres não tinham inteligência suficiente para praticar a medicina. Ela sabia de tudo isto graças ao criado da família Montgomery que sempre ensinara para Juliet tudo o que aprendia com o Dr.

Sofrendo constantes assédios de um Dr. da escola de medicina Juliet termina ferindo o homem para escapar de suas investidas. E com isso, deverá fugir de Londres. O seu destino poderia ser a prostituição, mas alguns dias antes ela encontrara o ex-criado da família: Montgomery. E com ele, descobrira que o seu pai estava vivo em uma ilha. É com ele e um homem completamente estranho, com uma deformação no rosto que Juliet parte para aquilo que irá ser um completo show de horrores.

Juliet tentava compreender o motivo que levara o pai fingir que estava morto, assim como os motivos para Montgomery continuar servindo-o. Era estranho imaginar que ele havia passado de um garoto para homem e ficar perto dele só despertava sentimentos que ela não imaginava que existissem. A embarcação que eles estavam era precária e transportava vários animais para a ilha. O motivo para terem tantos animais nesta viagem era um mistério para Juliet, mas lá no fundo ela sabia qual era o propósito. Perto da chegada na ilha eles encontram um Náufrago, seu nome era Edward Prince e ele estava em péssimas condições. Além disso, ele parecia nutrir algum tipo de interesse por Juliet, mas tinha algo nele que era muito misterioso. Um passado sombrio.

Muitas vezes na vida nós sabemos da verdade que nos cerca, mas teimamos em acreditar em mentiras inventadas por nós mesmos para apaziguar a dor ou então amenizar o horror. Era isso que Juliet havia feito. Ela acreditava piamente que todas as acusações contra o seu pai eram falsas, porém, aquela ilha era a prova de que o seu pai estava brincando de ser Deus. Todos os aldeões sofriam de algum tipo de deformidade ou estranheza. Eles eram dóceis e faziam tudo o que o seu pai mandava. De algum modo ele havia conseguido transformar animais em humanos, contudo, ele ainda não estava satisfeito. A vaidade era tanta que ele não acreditava que aqueles humanos/animais pudessem lhe fazer algum mal. Até que alguma criatura escapa ao controle e alguns "acidentes" mortais começam a acontecer.

Eu gostei muito da leitura. A escrita era bem interessante e fluída. Em alguns momentos eu senti que ela estava cansativa. Eram divagações da personagem que poderiam ser encurtadas ou então até mesmo riscadas que não iria fazer diferença no roteiro. 

O livro todo gira em torno de seu pai. O modo como ele levou a sua loucura a um nível completamente extremo. Para ele, todos faziam parte de um experimento. Até mesmo a sua filha Juliet. Eu gosto muito de livros de época e gostei dessa mistura de ciência com o passado e até mesmo este tema que é Tabu. Se eu não me engano, houveram realmente casos de cientistas que faziam vivissecção para juntar um animal em outro, mas não me lembro se algum cientista maluco havia tentado transformar os animais em seres humanos.

Dai no enredo do livro nós percebemos que o Dr. Moreau tem sucesso e transforma animais em humanos. Mas será mesmo que eles eram humanos? Até que ponto a parte selvagem deles poderia ser suprimida? A vaidade do ser humano é realmente algo que pode apagar a luz da razão. Muitas vezes durante a leitura eu achava que estava lendo um livro de suspense, mas depois passava para um livro de terror. Pensar em todas as coisas que aconteceram naquela ilha eu até posso pensar, mas imaginar que algo daquele tipo poderia acontecer na vida real é completamente perturbador. É de uma monstruosidade tremenda.

A autora tentou escrever um tipo de triângulo amoroso entre Montgomery, Juliet e Edward. Mas, não achei que encaixou bem - somente depois de uma explicação eu entendi o motivo dela ter tentado juntar um dos casais. E, minha gente, o pai dela era realmente louco.

Montgomery sempre foi o meu preferido. Mesmo ele sendo um cara bastante sem modos e selvagem ele tinha algo que realmente me cativou. Durante a leitura nós o observamos pelos olhos de Juliet, de como ela ainda se lembrava dos dois crianças. As dores e alegrias que enfrentaram juntos. Então, nós ainda vemos muita sensibilidade naquele homem rústico.

Eu gostei do final. Achei que foi muito bem escrito, mas não gostei tanto da cena em que foi terminada a história. Acho que precisava de apenas mais algumas linhas para terminar algum tipo de raciocínio. O modo que terminou ficou completamente vago pelo que iria acontecer a seguir. Eu pensei em vários finais diferentes. Não sei se era realmente isso o que a autora queria fazer, bom, se era isso o que ela queria ela conseguiu. Tenho várias versões para o que aconteceu no final agora hahah

Bom pessoal, espero que vocês tenham gostado da resenha. O livro é realmente muito legal de se ler e sai daquele mesmo enredo que estamos acostumados a ler! Finalmente algo novo no meio de uma pilha de livros iguais.

Resenhando: Dexter é Delicioso

Olá pessoal, tudo bom?
Hoje eu estou aqui na primeira postagem do ano"Yeyyy" e tinha que começar com uma série que adoro! Para quem não conhece Dexter é uma série de livros que fala sobre um serial killer que trabalha na polícia forense, porém, ele não mata qualquer pessoa, as suas presas, por assim dizer, são outros serial killers e o que faz essa série ser tão legal é o humor ácido que transcorre pelas páginas. Esta série ficou tão famosa que fizeram até mesmo um seriado - que já terminou e vocês podem encontrá-la na Netflix!

Resultado de imagem para Dexter é deliciosoDexter é Delicioso é o quinto livro desta série de 8 livros e desta vez somos apresentados à um novo Dexter. O papai Dexter. A sua filha acabara de nascer e com isso algo diferente acontece com Dexter... Ele passa, de repente, a ter sentimentos?... Nem ele sabe o que está de fato acontecendo com ele, só que ele começa a se perguntar se o que ele faz realmente é necessário já que ele agora é pai e sente um desejo incontrolável de permanecer perto da filha e deixar o seu passado sombrio para traz. O que incomoda muito Dexter é a volta de seu irmão Brian - que também é um serial Killer - pois os seus motivos para reaproximação são duvidosos. Principalmente quando Brian tenta e com sucesso fazer com que Astor e Cody se aproximem dele e do lado sombrio. 

Nos livros de Dexter sempre temos uma investigação principal e desta vez fala sobre o desaparecimento de Samantha Aldovar, uma menina que parecia ter os gostos normais de uma adolescente. Até que as investigações começam a tomar um rumo muito macabro, até mesmo quando vampiros, sobrenatural e até mesmo canibais são adicionados à esta lista. Você não espera que em pleno século 21 e em plena Miami existam seres canibais adoradores do submundo. 

Então, o novo Dexter, livre de qualquer traço do seu passageiro sombrio tem que ajudar a sua irmã Deborah - que está muito sensível neste livro e continua com os seus costumeiros - po$%#, fo$%-se e simpatia que conhecemos - a encontrar o sequestrador. Não bastasse ter que cuidar para não morrer de tiro ou facadas, eles deverão ter cuidado para não serem devorados.

Eu vou começar falando da capa, primeiro eu acredito que usaram uma pessoa com traços bem parecido ao ator do seriado, o que faz a pessoa que vê o seriado a se identificar. Outra coisa que é legal e com todo o sarcasmo de Jeff Lindsay - o autor do livro - são as roupas utilizadas por Dexter na capa. Onde a sua camisa - típica de Miami digamos assim - apresenta cebolas, pimentas, temperos - totalmente condizente com o título e o enredo. E nos mostra Dexter em uma situação totalmente vulnerável.

Como eu falei os livros de Dexter se apresentam com um humor ácido que vai fazer você rir. Os pensamentos de Dexter são bem conflitantes neste livro, pois ele deseja renegar tudo aquilo o que ele é. Então temos conflitos internos, sarcásticos e humorados. Algo legal também são as coisas que ele fala, suas tiradas em momentos inoportunos, mas que realmente arrancam um riso. A leitura do livro continua prazerosa e nos faz ansiar para os próximos!

Resenha do quarto livro: Dexter - Design de um Assassino 

The OA - NETFLIX

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Olá Pessoal, tudo bom?

Eu estou sempre buscando assistir seriados novos e que tenham uma pegada diferente, por isso quando vi a "capa" de The OA na Netflix eu já sabia que seria algo bem singular. 

Imagine só: uma mulher cega desaparece e após 7 anos ela é avistada pulando de uma ponte. Tudo é gravado e postado no Youtube, por isso os pais conseguem reencontrá-la. Certo. Até aí tudo bem. Mas e quando a mulher que era cega reaparece enxergando tudo? O que será que aconteceu com Prairie - interpretada pela atriz Brit Marling - nesses 7 anos em cativeiro? 

Todos estão achando que Prairie é algum tipo de milagre. Só que ela não é mais a mesma mulher de 7 anos atrás e caso contasse a todos tudo o que havia acontecido e tudo o que sabia seria tida como louca. Prairie começa a mostrar sinais de inquietude sempre que fala sobre um homem chamado Homer. Ninguém sabe quem seria este homem, porém ela sempre diz que está em uma missão para salvá-lo.

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Até que ela conhece Steve Winchell, um garoto problemático que tem acessos de raiva. Como Prairie precisava de ajuda em sua missão, ela então resolve fazer um favor para Steve em troca de sua ajuda para encontrar mais pessoas. Prairie é um enigma até o final deste primeira temporada e logo no início queremos entender qual seria a sua missão. Quem teria feito aquelas cicatrizes em suas costas? Quem era Homer? Qual o motivo dela precisar de cinco pessoas?

Os cinco escolhidos por Prairie não tinham nada a ver um com o outro e praticamente se detestavam, mas com o passar dos episódios nós vemos que uma ligação é formada entre eles. A confiança, cumplicidade é visível mesmo com todas as diferenças entre eles. O seriado, mesmo focando em Prairie, seu mistério e história, conseguiu deixar espaço para que todos eles tivessem sua história de vida contada aos poucos.

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Nós passamos a conhecer Prairie - OA como gosta de ser chamada - com o passar do tempo. Enquanto ela conta a sua história de vida, desde criança, até os seus momentos no cativeiro, somos imersos em uma mistura de loucura, realidade, fantasia de uma mulher. Aos poucos percebemos que este seriado vai muito além dos motivos de um sequestro como vemos nos filmes, livros e vida real. 

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Ludibriada por um médico - Dr. Hap - que se dizia um estudioso da vida após a morte, Prairie vira uma cobaia em seu experimento. Em outras celas de vidro estavam Homer, e duas outras pessoas. O que elas tinham em comum? Todas elas haviam passado por uma experiência de quase morte, e, segundo Dr. Hap, haviam voltado com dádivas. E para ele, saber o que existia na outra vida, ou se realmente existia outra vida em um multiverso seria a maior descoberta da humanidade. Imagine se fosse comprovado que existe vida após a "morte"? Que estamos nesta vida somente como parte de um plano maior?

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Os planos de fuga dos cativos são frustrados e não entendemos que tipo de experimento o Dr. Hap está fazendo. Até mesmo para eles é uma incógnita tudo o que eles estão sendo submetidos, pois o Dr. tem o cuidado de lançar sempre uma fumaça para desacordá-los antes dos experimentos. Lógico que com o passar do seriado nós iremos entender qual é o tipo de experimento e o propósito - posso garantir que não é um método onde todo mundo iria fazer fila para participar. É agoniante passar por tudo aquilo. O que nunca iríamos imaginar é o propósito dos cativos. O que realmente estaria reservado para eles, o que eles realmente são.

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Somos apresentados à uma forma de amor baseada no querer, na ansiedade e espera. OA e Homer terminam se apaixonando durante estes 7 anos em cativeiro, o problema é que durante esses anos eles nunca haviam se tocado, nunca haviam ficado perto sem ter a cela de vidro entre eles. Acredito que essa era mais uma forma de agonia que os dois passaram a sentir durante o cativeiro.

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Homer foi um personagem de grande importância na trama, não só pelo fato dele se apaixonar por OA, mas por ele ter acreditado nas palavras dela - mesmo por mais insanas que fossem - por ele ter se submetido à várias coisas para tentar descobrir os planos do Dr. Hap e por conta disso acontece o desenvolver da trama.

Se você gosta de teorias sobre vida após a morte eu tenho certeza de que você irá curtir, mas se engana quem acha que todas as respostas serão explicadas nesta primeira temporada. Como OA diz para os pais em um episódio "Este não é o fim. É apenas o início" Então, já saiba que tem muita coisa ainda para rolar neste seriado. 

Confesso que várias vezes eu me arrepiei devido à toda a carga emocional que "The OA" traz. Todas as teorias e explicações sobre a vida após a morte me deixam curiosa. Mesmo ainda confusa com quem realmente é OA, eu espero que a segunda temporada responda algumas perguntas que ficaram soltas e também que a última cena da primeira temporada seja realmente verdade.

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Hora do Oriente: My Love From The Stars - VIKI

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Olá pessoal, tudo bom?

Hoje eu venho falar sobre o que achei do K-drama "My Love From The Star" 
Eu já sabia da existência desse dorama fazia muito tempo, mas não quis dar bola. Eu pensei "Caramba, sério que fizeram um dorama sobre um alienígena? haha u.u"

É, eu realmente esqueci que os doramas coreanos podem ser loucões, falar de coisas nada a ver e podem ser muuuiittooo bonns! Então, qual foi o real motivo para eu começar a assistir este dorama que fala sobre um alienígena? 

"The Legend of The Blue Sea" é interpretado por Jeon Ji-Hyun e eu fiquei extremamente apaixonada pela atuação dela, mesmo já tendo visto II Mare e Sassy Girl. O que aconteceu é que onde eu estava assistindo, Viki, deixou os episódios fechados. Só quem é assinante pode ver. E eu fiquei louca querendo ver algo com Jeon Ji-Hyun. Foi ai que surgiu a oportunidade de assistir "My Love From The Star" 
Não me arrependo nem um pouco, só de ter demorado a assistir.

Esse dorama ele tem 21 episódios + 1 especial.

Resultado de imagem para do min joon joseonConta a história de Do Min Joo (Kym Soo Hyun), um alienígena que vem parar no planeta terra com outros de sua espécie na época de Joseon - creio eu para estudar um pouco o nosso ambiente. Só que ele é deixado aqui na terra quando não consegue retornar para a sua espaçonave. E qual o motivo? Ele havia se afeiçoado por uma menina que estava correndo sérios problemas e tentando ajudá-la Do Min Joo passou por situações e sentiu emoções que ele nunca antes havia sentido.

400 anos depois Do Min Joo é professor (diz ele que dá somente palestras e.e) em uma universidade e uma de suas alunas é Cheon Song Yi - a atriz mais bem cotada no momento. Ela sabe como chamar a atenção de todos e adora um holofote, só que odeia o fato de ter que ir para as aulas. Não seria um dorama se eles não morassem no mesmo prédio, correto? Cheon Song Yi acabara de se mudar para o prédio de Do Min Joo e quando os dois se encontram é confusão na certa.


Imagem relacionadaDo Min Joo tem poderes telecinéticos (se teletransporta, pode parar o tempo, mover objetos com a mente) ele é sério, não se aproxima muito das pessoas. Somente de Jang Young-Mok que sabia de sua real identidade e é seu único amigo. Só que era a época dele voltar para o planeta de onde veio e ele teria que se preparar para partir em 3 meses.


Cheon Song Yi (Jeon Ji-Hyun) é muito auto astral, bem doidinha e que faz a graça de todo o dorama. Eu realmente virei fã dela e espero assistir todos os seus outros trabalhos - primeira mulher que me dá essa vontade. Várias coisas acontecem em sua vida no dorama e uma delas é a acusação de ser responsável pela morte de outra atriz. Isso faz com que ela perca tudo o que havia conquistado, mesmo tendo o apoio do seu amigo Lee Hui-Kyung (Park Hae-Jin) que era apaixonado por ela fazia 15 anos, Cheon Song Yi ainda estava passando por maus bocados. É devido a isto que a relação de Cheon Song Yi e Do Min Joo se estreita e os dois passam a conviver muito um com o outro. O que deixa Do Min Joo confuso é que Cheon Song Yi se parece muito com a menina que amara na época de Joseon e que havia feito com que ele não quisesse mais se aproximar de ninguém.


Resultado de imagem para my love from the star jangMy Love From The Star não é cansativo de se ver, tem uma temática bem diferente e loucona (alienígena haha), tem um conteúdo forte - se observarmos o vilão de toda a história  - e é ao mesmo tempo leve.

Eu adorei a amizade de Do Min Joo com o advogado Jang. Ela era sincera e os dois cuidavam um do outro. Era nítido ver o quanto que Jang estava triste por ter que preparar tudo para que Do Min Joo deixasse a terra. Muitas vezes o advogado Jang agia como se fosse o pai de Do Min Joo (ele não envelheceu nada desde a época de Joseon) e eu morria de rir nestas cenas. Creio eu que é um dos melhores personagens do Dorama.

A personalidade de Cheon Song Yi é extremamente cativante e o que eu mais gostei dela é que ela não é lenta como algumas outras personagens principais de dorama. Ela realmente presta atenção nos pequenos detalhes e está sempre perguntando e tentando correr atrás da verdade. Nada passa despercebido para ela, o que a deixa em perigo algumas vezes e faz com que o vilão da história fique em saia justa algumas vezes. O que é legal também é que ela tem uma personalidade forte e ela sabe exatamente o que quer. Não importa o que está acontecendo em sua vida. Ela só diz que é Cheon Song Yi. Ela vai conseguir no final. E eu tenho que falar mais uma vez que ela a atriz que a interpreta está maravilhosa neste papel. Eu dei altas risadas e pude sentir o seu sofrimento em algumas cenas - nada forçado.

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Do Min Joo é aquele típico cara coreano que não gosta de se aproximar de ninguém. Que é perfeito em tudo o que faz, rico, bonito e que não está a procura de um amor - já que ele vai voltar para o seu mundo. Eu achei a interpretação de Kyn Soo Hyun muito boa e algo que eu gostei em particular foi o modo como ele interpretava as cenas onde Do Min Joo tinha que chorar. Existia algo ali. Um sofrimento genuíno. Isso foi o que me chamou atenção em sua interpretação. Não são muitos atores que conseguem se entregar daquela forma em cenas assim.

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O romance de Do Min Joo e Cheon Song Yi vai acontecendo aos poucos. Mesmo que ela várias vezes esfregue na cara dele que está apaixonada, Do Min Joo sente que não deve correspondê-la, mas nada que fique cansativo. Gostei de que existiu química entre os atores e as cenas de carinho eram tão bonitas. Eles se abraçavam como se fosse algo natural - o que é totalmente natural! Pelos céus, pessoal, vocês têm que se abraçar mais pra deixar de ter cena da mocinha sempre envergonhada quando o cara vai abraçar ela. Pela fé! - e as cenas de beijo eram bonitas e muuuiiito engraçada haha sempre acontecia algo muito engraçado e atípico - quem viu vai saber do que eu estou falando e quem for assistir vai entender.

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My Love From The Star - My Love From Another Star - foi um dorama que eu curti muito. Nem via o tempo passar e me divertia bastante. Fiquei triste com o término do dorama, e fiquei sentindo que precisava de mais algumas informações sobre o relacionamento de Do Min Joo e Cheon Song Yi - não que eles não tenham dado, eles deram sim, eu que queria saber mais haahha

Podem assistir que vai valer muito a pena! <3
 Assista aqui no VIKI 👈💖

Leia no Wattpad!

Olá pessoal, tudo bom?

Estou aqui para divulgar para vocês dois livros que tenho no Wattpad!


Encontre-me no Lago

Daniel tem a sua vida completamente mudada depois da separação de seus pais e do seu término com Maria. A chegada de Jenny, sua nova vizinha, termina por desencadear eventos que Daniel nunca poderia imaginar. Quantos segredos uma pessoa pode guardar? Quando seus medos, seus anseios, desejos e ira são suprimidos nem tudo é o que parece.
Leia AQUI 👈💖





Como Deixar de Amar o Seu Melhor Amigo:

Ponto. É agora. Eu realmente não acredito que isso iria acontecer logo comigo. Amor é algo realmente banal. Principalmente por conta da pessoa por quem eu fui me apaixonar. Sério, Lorena? Poderia ser todo mundo. Até mesmo o carinha que vende cachorro-quente na frente do colégio.
(...)Ele está sorrindo para mim e tocou em meu ombro. Isso é um sinal? Deve ser. Ou não. É paranoia da minha cabeça. Eu realmente não sei o que fazer. Nossa, como eu odeio isso. 
Como eu odeio amar o meu melhor amigo.

Leia AQUI 👈💖

Resenhando: Zylgor II - O Príncipe Flamejante



Olá pessoal, tudo bom?

Hoje trarei a resenha para vocês do segundo livro da série Zylgor! Vocês podem saber mais sobre a resenha do primeiro livro clicando AQUI 👈

Tentarei ao máximo não dar spoilers, já que precisarei contar um pouco do primeiro livro para poder situar todos vocês nesta resenha.

Cã, veio diretamente da terra para Zylgor e, passou por várias aventuras no primeiro livro tendo se apaixonado pela princesa Lílat, porém, devido a vários acontecimentos a princesa desaparece deixando todos tristes. Neste segundo livro nós acompanhamos, nas primeiras páginas, o destino da princesa e a chegada de um personagem misterioso que a ajuda, porém eu ainda estou em dúvida se ele era de fato um amigo. Acredito que a autora quis deixar no ar para nós leitores, contudo Lílat acredita neste andarilho de nome Vexksar. Lílat acorda depois de muito tempo sem saber quem realmente era, em uma terra distante e conta somente com a ajuda de Vexksar. Aos poucos a sua memória vai voltando, mas o seu retorno não será nada fácil.

Muito longe dali, nas Terras Aquecidas, a matriarca através de sonhos descobre o paradeiro da princesa. Ela, na verdade, estava nas Terras Gélidas, lugar onde moravam os Elfos Brancos. Uma espécie de guerreiros que estava do lado do Adversário - o grande vilão de Zylgor. Era preciso então criar uma comitiva para resgatar Lílat. A rainha então decide deixar a missão sob o comando de seu campeão Cã e também de Áspio, o príncipe dos Silfos - que no livro passado havia lutado bravamente, porém era extremamente namoradeiro. 

Para se chegar nas Terras Gélidas iria ser necessário atravessar o oceano e para isto eles contariam com a ajuda de Crânio Espetado - um pirata ganancioso, mas amável. Contariam também com a ajuda de Ormina e Surga - duas fadinhas que adoravam fazer travessuras, explodir coisas e dar choques naqueles que as infortunassem. Vu - um dos três duendes que criaram Lílat e que agora era comandante - também iria nesta jornada. 

A narrativa da autora também nos leva para uma parte da história de Zylgor. Sobre a história trágica de amor entre a primeira matriarca de Zylgor e um Elfo Branco. Este segundo livro está marcado por conflitos entre Cã e Áspio. Os dois são possuidores dos cristais elementares, porém ambos almejam a mão da princesa Lílat. Para Áspio nada mais justo que ele, o príncipe dos silfos despojasse a princesa. Os dois reinariam as Terras Aquecidas, tendo ela como sua primeira esposa, claro, pois os silfos podem ter mais de uma esposa. Cã nutria um amor puro por Lílat e só de pensar em perdê-la fazia com que o campeão da rainha desprezasse o silfo mais do que tudo no mundo. É palpável o descontamento e rivalidade entre os dois, porém com o passar das páginas você percebe uma camaradagem que vai crescendo aos poucos.

Posso até dizer que o meu personagem preferido deste livro foi Áspio. A sua personalidade é marcante e podemos nos divertir com suas falas, manias e o seu jeito namoradeiro. Ele tinha a capacidade de se teletransportar e isso era uma grande vantagem, pois ele não pensava duas vezes em utilizar este poder para ajudar os outros, mesmo se isso incluísse por em risco a sua própria vida.

Uma nova personagem de grande importância para a história é Ives. Encarregada de uma missão, ela ganha a confiança de todos e até mesmo o coração do silfo e de Cã. Entretanto, ela não esperava que fosse nutrir simpatia e até mesmo amizade por eles. O que a deixa perdida em seus sentimentos. Em diversas passagens do livro nós podemos observar a sua constante luta para se manter afastada, mesmo com a crescente simpatia por todos os participantes da missão de resgate. Ela é uma personagem mais intrigantes da narrativa, devido a todo o contexto do que ela considerava certo e suas novas amizades.

Nos livros de fantasia e aventura que eu já li em minha vida, nunca vi uma abertura tão grande para as mulheres. Em Zylgor elas são as mais respeitadas, elas são as mais imponentes, são matriarcas e apresentam importância de igual para igual com os homens. Podem ser destemidas, donzelas, raivosas, comandantes, piratas, amigas, companheiras. O fato de serem mulheres não as impede de fazer nada que desejem. Zylgor é um ótimo local para se nascer do sexo feminino.

A aventura é uma longa jornada pelo mar e somos apresentados à diversas criaturas e muitos personagens aparecem. Devo acrescentar um mérito à autora por ter conseguido conduzir a história com tantos personagens e, mesmo assim, dar características para cada um. Dar uma voz, espaço, credibilidade e momentos para cada um deles.

Fiquei a leitura angustiada com Lílat, pois só sabemos de suas condições no início do livro e depois não sabemos mais nada, assim como todos os outros personagens. Acredito que foi uma sacada da autora para nos deixar curiosos. Realmente não sei o que aconteceu com a princesa e fico me perguntando o que poderia ter acontecido com ela.

O final do livro me deixou triste - não esse triste que estamos acostumados a ter em finais de livros, com morte de alguém - foi um triste devido a situação. Eu gostava muito do entrosamento de dois personagens - se você já leu vai saber de quem estou falando - e saber que tudo pode ter tido um fim me deixou triste. Só me resta esperar que no próximo livro tudo se resolva, afinal, é isso o que os leitores fazem haha 😆 torcem para seus personagens fazerem as escolhas certas.

Zylgor II conseguiu manter a mesma essência do primeiro, dessa vez tendo uma complexidade maior nos personagens e suas motivações. Continuamos, dessa vez navegando, pelo mundo completamente novo e mágico criado por Lu Evans. E assim como o primeiro, terminamos a leitura com a vontade de saber o destino de cada personagem que nos cativou durante cada página.








Hey pessoal, espero que tenham gostado! Desde o ano passado Zylgor passou por mudanças na capa, então eu irei deixar aqui a nova capa do primeiro livro e também o link para o site onde vocês poderão ficar por dentro das novidades da série e até mesmo o link de compra. Então é só clicar AQUI 👈

Apaixonada por essa capa <3 




Hora do Oriente: The legend of the blue sea (A Lenda do Mar Azul) Primeiras impressões - VIKI

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Olá pessoal, tudo bom? :D

Você que é fã de Lee Min-Ho Oppa está preparado para ver o seu mais novo dorama? (O.O)/ 

Acho que todo mundo que começa a ver algum dorama já ouviu falar ou já viu algum dorama deste ator. Acredito que o meu primeiro dorama foi Personal Taste e foi com ele - eu nem sabia quem ele era na época e faz muito tempo mesmo. Ele é o único ator que eu sei o nome decorado, os outros eu amo, adoro, mas não consigo decorar os nomes hahah

O último trabalho de Lee Min-Ho foi The Heirs e tenho quase certeza que as suas fãs estavam mega ansiosas para que ele fizesse algum outro trabalho. Eeeeee chegou o momento em que essa legião de fãs aguardavam! Ontem saiu no VIKI: The Legend of The Blue Sea! E como dorameira nata que sou, eu assisti e trago aqui para vocês as minhas primeiras impressões.

Segue aqui a sinopse para vocês entenderem o contexto (retirado do site VIKI): Como uma sereia da era Joseon pode sobreviver na Seul dos dias de hoje? Shim Chung (Jun Ji Hyun) é uma sereia que se vê transportada para os tempos modernos. Ela é capturada por Heo Joon Jae (Lee Min Ho), um charmoso, porém insensível golpista que é sósia de Kim Moon, o filho de um nobre da Dinastia Joseon. Mas no presente, Joon Jae trabalha com Jo Nam Doo (Lee Hee Joon), um habilidoso malandro que está ensinando Joon Jae a se tornar um golpista genial. Contudo, Cha Shi Ah (Shin Hye Sun), uma amiga de Joon Jae que trabalha como pesquisadora no Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia, pode ser a única esperança de sobrevivência de Chung nesse estranho mundo novo. “A Lenda do Mar Azul” é uma série dramática sul-coreana lançada em 2016 (e que durará até 2017) dirigida por Jin Hyuk. A história é inspirada em um conto sobre uma sereia que faz parte da antologia conhecida como “Eou Yadam”, escrita por Yu Mong In, um erudito da era Joseon. A série marca o último papel da superestrela Lee Min Ho antes de prestar os dois anos obrigatórios de serviço militar e o primeiro papel de Jun Ji Hyun após dar à luz seu primeiro filho. Partes da série foram filmadas em Palau, uma ilha do Pacífico, e na Espanha.
O primeiro episódio começa na era Joseon e mostra que uma tsunami destrói uma parte da cidade. Os moradores procurando as coisas que podem ter sido levadas pelo mar terminam encontrando uma sereia que fica presa e não consegue voltar para o mar. A sereia é então levada para o senhor de lá. Perverso, ele tem planos de retirar o óleo da sereia - subtendam matá-la neste processo - pois seria um óleo melhor que de baleias. Porém um nobre Kim Moon (Lee Min Ho), intervêm e consegue salvá-la. Neste momento cria um elo entre os dois.


Resultado de imagem para the legend of the blue seaO que acontece e eu não sei se é assim que vai acontecer (pois só vi o primeiro e um pouco do segundo episódio) é que o no início de cada episódio irá mostrar a época de Joseon, são cenas curtas e que deverão mostrar o desenvolvimento do romance de Kim Moon e da sereia Shim Chung. Depois dessa cena de Joseon irá mostrar os dias atuais.

Como vocês viram na sinopse, nos dias atuais, Lee Min Ho agora como Heo Joon Jae, é um vigarista e encontra a sereia Shim Chung (ela cria pernas quando em terra e volta a virar sereia quando no mar). O que nós devemos nos ater aqui é que ele não sabe que ela é uma sereia, e pelo que eu pude perceber, ela deve ter perdido a memória, pois ela não compreende nada do que é dito. E o que já deixa no ar é a presença de um bracelete datado da era de Joseon que está em posse de Shim Chung. Será que ele tem algum significado? Será que ele foi algum presente dado por Kim Moon para a sereia Shim Chung? Será que tem propriedades mágicas? Não sabemos, mas acredito que iremos descobrir aos poucos.

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Lee Min Ho está muito bem neste papel e percebi que o seu inglês melhorou bastante. Várias pessoas também perceberam isso e elogiaram a pronuncia do ator. Chega dá gosto saber que teremos uma pronuncia bacana de inglês no dorama. Ele é um vigarista de mão cheia e que tem uns poderes hipnóticos beeeeemmmmmmm inimagináveis. Mas a gente leva em consideração que é um dorama e que se eles querem colocar um vigarista que consegue hipnotizar o pessoal e fazer altas mágicas em um dorama que tem uma sereia, eles podem e ponto final. Ele é engraçado, tem aquele charme que já estamos acostumadas e é um cavalheiro nato. Então, já sabemos que vem coisa boa por ai.

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Irei falar agora um pouco de Jun Ji Hyun, que minha nossa está com 35 anos e continua deusa O.O'. Vocês devem conhecer ela pelos seguintes trabalhos: My Love From the Star, My Sassy Girl, Ill Mare (Siworae) dentre vários outros. Já sabemos que a atuação dela é muito boa e que ela realmente se doa em seus trabalhos e se for para fazer caras e bocas pode chamá-la. Em The Legend of the Blue Sea ela está maravilhosamente magnífica! Sempre a achei muito linda assim como o seu cabelo e a sua "roupa" de sereia é muito bonita. Uma cauda de fazer inveja para várias sereias - haha sem graça, eu sei - eu ainda não sei descrever muito bem como é. Só sei que é delicada e mística ao mesmo tempo. 

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Jun Ji Hyun (Shim Chung) não fala nada no primeiro episódio. Nadica de nada e, podem acreditar, ela rouba a cena. Acredito eu que ela roubou até mesmo a cena de Lee Min Ho, nos proporcionando diversas gargalhadas. Qual o motivo? Bom, ela é uma sereia que sai da era Joseon e aparece nos tempos atuais. Isso é suficiente para bugar a mente de várias pessoas. A sua incompreensão do que acontece ao redor é totalmente compreendida por nós telespectadores e a sua presença e atuação são dignamente verdadeiras.

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O que posso dizer mais? Ainda não sei como será desenvolvida a história, se eu realmente irei gostar. Tem Lee Min Ho e Jun Ju Hyun e a mistura dos dois com certeza deve dar em algo de primeira, mas vamos ver a história. Como será que eles irão unir o misticismo com os dias atuais e como irão linkar tudo isso ao que aconteceu na era de Joseon?

Se vocês querem assistir é só clicar AQUI 💖